quinta-feira, 30 de abril de 2015

"O CLI para mim", com Matheus Silva

Estamos na segunda entrevista para o especial "O CLI para mim", que conversa um pouco com pessoas que já passaram pelo Centro de Línguas e têm boas histórias para compartilhar. Hoje falamos com Matheus Silva.



Matheus Alves da Silva tem 18 anos e cursa Economia na Universidade de Brasília. Ingressou no Centro de Línguas em 2011. Nunca havia feito curso de idiomas - só aulas na escola - mas sempre teve contato com o Inglês, através de jogos de videogame e músicas. Por ter vontade de estudar Relações Internacionais quando terminasse o Ensino Médio, aderiu à recém-aberta turma de francês, no início de 2014. Matheus diz que aprender inglês foi de suma importância para o vestibular, e se orgulha em dizer que gabaritou a parte de língua estrangeira nos três anos na prova do PAS (Programa de Avaliação Seriada). Ele destaca o diferencial do CLI: “Sempre me chamou atenção o contato dos professores com os alunos. Não havia frieza. É uma proximidade fácil de ver. O estudante aqui é amigo do professor e isso não atrapalha em nada. É carinho, atenção pelo individual”.  Para finalizar, o ex-aluno se diz grande amigo de um de seus professores, com quem mantém contato até hoje, além de voltar sempre à escola para encontrar outros mestres.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

"O CLI para mim", com Marcos Carlos

O blog passa a divulgar uma série de conversas com pessoas que possuíram ou possuem alguma ligação com o Centro de Línguas. Você é o nosso convidado para conhecer aqui um pouco mais da nossa história, anos que já marcaram a vida de muitos alunos. Confira o especial “O CLI para mim”.

Para abrir as entrevistas, chamamos o professor Marcos.

Marcos Carlos tem 24 anos e desde 2013 é professor de Espanhol do Centro de Línguas. Mas a participação dele no grupo é mais antiga. Marcos foi aluno da primeira turma de Espanhol, em 2006. “Essa língua estava muito forte naquela época, por causa de novelas jovens, de músicas. Daí vi que não tinha motivos para não aprender”, lembra. No curso ele observou que o formato das aulas era diferenciado, “sem mesmice”. “Hoje sou um professor que gosta de levar teatro, música, para a sala de aula. Proponho atividades que levem o aluno a participar, a falar. Eu só devo orientar. E se hoje vejo que posso dar aulas assim é por que aprendi dessa forma quando fui aluno daqui”, explica. Marcos conclui dando destaque ao incentivo que a coordenação do Cli oferece aos alunos e ex-alunos: “Permitir que a gente, formado, retorne para integrar, para fazer parte da equipe, é um ponto que agradeço muito”.


Até a próxima!